quarta-feira, dezembro 19, 2012

Bíblia Sagrada



A Bíblia é uma pequena biblioteca constituída de 66 livros considerados sagrados pelos povos cristãos. A Bíblia é dividida em AT (Antigo Testamento, com 39 livros) e NT (Novo Testamento, com 27 livros). Os originais foram escritos num período de aproximadamente 1600 anos, por mais de 40 autores diferentes. Acredita-se que todos foram inspirados por Deus.

Para os cristãos é na Bíblia que encontramos a revelação de Deus e Seus mandamentos sociais e educacionais. O Velho Testamento relata a história do povo israelita (povo judeu) e detalha o seu relacionamento com o Deus Criador. A partir do Novo Testamento os esclarecimentos, mandamentos e preceitos, foram claramente dirigidos a toda a humanidade.

Por que a Bíblia deve ser estudada?
 


  • Ela é a luz para quem está procurando a verdade: Sl 119.105;
  • As Escrituras é o alimento para a alma: Jr 15.16; I Pe 2.1-2;
  • É o meio usado pelo Espírito Santo para nos falar: Ef 6.17;

  • O que a Bíblia produz em nossa vida? 
     


  • Sabedoria: Sl 19.7;
  • Esperança: Rm 15.4;
  • Alegria: Sl 19.8a;
  • Ilumina os olhos: Sl 119.9;
  • Educa, corrige: II Tm 3.16;
  • Purifica: Jo 15.3;
  • Dirige: Sl 119.104;
  • Produz fruto: II Tm 3.17;

  • Como é constituída a Bíblia? O Velho Testamento é constituído de 39 livros, divididos em cinco partes: 
     
    Livros da Lei: tratam da criação e das leis de Deus. 
     


  • Gênesis: fala como tudo começou: o homem, o pecado e o sofrimento.
  • Êxodo: fala da saída do povo hebreu do Egito; o mar, o Sinai, etc.
  • Levítico: fala das leis e os mandamentos de Deus à Israel.
  • Números: fala da contagem dos israelitas.
  • Deuteronômio: Repete algumas Leis e narra os discursos de Moisés.

  • Livros Históricos: fala da caminhada do povo israelita. 
     


  • Josué  /  Juízes  /  Rute  /  I Samuel.
  • II Samuel  /  I Reis  /  II Reis  /  I Crônicas.
  • IICrônicas  /  Esdras  /  Neemias  /  Ester.

  • Livros Poéticos: são chamados poéticos devido ao seu gênero. 
     


  •   /  Salmos  /  Provérbios  /  Eclesiastes  /  Cantares.

  • Profetas Maiores: São chamados de profetas maiores por serem livros mais longos que os outros. 
     


  • Isaías  /  Jeremias  /  Lamentações de Jeremias.
  • Ezequiel  /  Daniel.

  • Profetas Menores: Os livros mais curtos (dos profetas) são conhecidos como profetas menores. 
     


  • Oséias  /  Naum  /  Joel  /  Habacuque.
  • Amós  /  Sofonias  /  Obadias  /  Ageu.
  • Jonas  /  Zacarias  /  Miquéias  /  Malaquias

  • O Novo Testamento contém 27 livros divididos em quatro partes: 
     
    Biografias: são os quatro evangelhos, sendo os três primeiros chamados sinópticos devido ao paralelismo que apresentam. 
     


  • Mateus  /  Marcos  /  Lucas  /  João.

  • História: registra o nascimento da Igreja e a atuação do Espírito Santo. 
     


  • Atos dos apóstolos - (Surgimento da Igreja primitiva).

  • Epístolas Paulinas: são cartas atribuídas a Paulo. 
     


  • Romanos  /  I Coríntios  /  II Coríntios  /  Gálatas  /  Efésios.
  • Filipenses  /  Colossenses  /  I Tessalonicenses  /  II Tessalonicenses.
  • I Timóteo  /  II Timóteo  /  Tito  /  Filemom.

  • Epístolas Gerais: são cartas universais atribuídas a vários apóstolos. 
     


  • Hebreus  /  Tiago  /  I Pedro  /  II Pedro
  • I João  /  II João  /  III João  /  Judas.

  • Proféticos: também chamado de revelação. 
     


  • Apocalipse - (É um livro apocalíptico).

  • Fonte: http://protestantes.renascebrasil.com.br/bibliaonline/
  • terça-feira, janeiro 20, 2009

    "Cachorro crente"


    ::(Jair Souza Leal*)::
    Meu filho primogênito desejava muito ter um cachorro. Como nossa família é grande, mas, reside em uma casa pequena, dizíamos a ele que a chegada de um cão teria de ser precedida pela saída de um membro da família, salvo, se o mesmo fosse muito pequeno e permanecesse assim até que a morte, ou a carrocinha, nos separassem.
    Após muita insistência, cedemos, mas fomos cuidadosos em lhe responsabilizar. Ele seria um "pai" para o cão. Iria dar comida e água, manteria as pulgas no "MST", limparia diariamente a sujeira do cachorro, mantendo as moscas e os cachorros da vizinhança bem distantes.
    Ah! Deixamos claro para ele também que, eu e a mãe, com três filhos novos para criar, não estávamos preparados para sermos "avós", portanto, não desperdiçaríamos o tempo dos filhos para dedicá-lo aos cachorrinhos.
    Depois de firmado o acordo ele sai à caça. Em curto espaço de tempo encontra uma vizinha de bom coração que, sensibilizada pela sua causa, doa-lhe, de uma ninhada recente, um cãozinho no formato estabelecido, uma mistura de pinche com poodle - um horror!
    Após três dias sem dormir devido aos latidos do cachorro, que estava sentindo falta da família, tentamos nos acostumar com ele - e ele conosco.
    Todo cachorro precisa de um nome, o nosso não foi diferente. Sendo fêmea, a desorientada cadela foi batizada por meu filho com o sugestivo nome de "Lilica Malafaia Hussein Leal".
    Preferi não saber o porquê do nome. Crianças são assim mesmo, criativas não é verdade? É possível que tenha alguma influência da mídia, pois, nós gostamos de assistir as pregações de um pastor cujo nome, por coincidência é Silas Malafaia (ele é magro, bravo, e na ocasião usava um grande bigode). Também assistimos ao Jornal Nacional, que, neste período, falava muito do finado Saddam Hussein (o malvado presidente que morreu enforcado - e ele também usava bigode). Coincidência, ou não, a Lilica (nome carinhoso pelo qual ela é chamada), sendo do sexo feminino, tem bigode.
    Talvez por isso meu filho tenha feito uma associação com o nome dos bigodudos. Mas pode ter sido também porque ela tentou morder a canela do nosso pastor quando ele foi nos visitar com a família. Pelo brilho dos seus olhos percebi que ela deseja muito saber que sabor tem a canela pastoral.
    Devo confessar que somos uma família muito malvada. Nós mantemos a Lilica acorrentada. Não gostamos de cachorrada, por isso, não a deixamos sair para brincar com os amigos na rua, muito menos para namorar os pulguentos que rodeiam o nosso portão. Nós a tratamos com ração, deixamos que ela coma sozinha. E, da nossa comida, ela só come as migalhas que caem da mesa.
    Creio que de tanto ouvir minhas pregações, conviver com nossa família evangélica, ouvir as músicas, a conversa de irmãos que vão a nossa casa e as pregações do Pr. Silas Malafaia na televisão, Lilica se converteu, tornando-se uma cachorra crente.
    Veja que milagre aconteceu em sua vida. Certa vez apareceram uns ratos enormes em nosso terreno. Eles são bem diferentes daqueles do desenho animado. Minha esposa, (como Bush fez com o Iraque), declarou guerra aos ratos. Para tentar acabar com eles, ela colocou chumbinho em um pão e o escondeu no terreiro. Ficou esperando que os ratos comessem o pão e morressem. Mas quem comeu foi a Lilica, que quase morreu.
    Após um período convalescendo, para minha agonia e alegria dos meus filhos, Lilica sobreviveu. Deve ter orado tanto quanto o meu filho. Mas o que resolveu mesmo foi o tratamento que a minha esposa ministrou (devido à "consciência pesada"). O fato é que ela sobreviveu e está pronta para dar seu testemunho.
    Aliás, foi o testemunho da Lilica que recentemente inspirou uma das minhas mensagens. Eu falei sobre ela na igreja. Foi uma mensagem tão impactante que até o pastor da canela saborosa se reconciliou com ela. Assim, eles, que outrora se antipatizavam, hoje vivem em paz. Agora, quando o pastor vai à minha casa, Lilica balança o rabo, pula nele e nem tenta lhe morder mais, ela só lambe. Que transformação!
    A inspiração para a mensagem se deu assim. Certo dia, como de costume, chegando em casa já tarde da noite devido às aulas da faculdade, estava triste, irritado e deprimido. Tinha tido um dia estressante, e porque estava enfrentando alguns problemas pessoais, estava ansioso.
    Toda dia quando chego em casa a Lilica faz festa. Ela pula em mim, balança o rabo, me lambe, faz graça. Com seu jeito meio desorientado vive tentando me conquistar.
    Quando abri o portão, nem lembrava que tinha cachorro. Mas ela não se esqueceu que tinha um dono e estava a postos, esperando. Começou a pular, a balançar o rabo, demonstrando grande alegria pela minha chegada (acho que nem minha esposa fica tão feliz com a minha chegada).
    A vontade que tive na hora foi de lhe chutar para longe. Irritado pensava: que motivos tem esta cachorra doida para estar tão feliz? Ela vive presa, depende de nós para viver. Se um dia nós não lhe dermos comida, ou água, ela morre. Logo que nasceu ela foi separada da família. Não conhece sua mãe ou irmãos. E pode virar sabão, ou comida para leão no zoológico, a qualquer momento.
    Foi pensando assim que o Senhor começou a falar comigo. Ele dizia: "você acha que alguma vez a Lilica orou a mim ansiosa e desesperada dizendo:
    - Ah! Senhor. Livra-me desta família malvada: que me trata com ração pra cachorro; que me mantém acorrentada; que não me deixa fazer o que quero nem sair com quem quero; que só me dá as migalhas que caem da sua mesa e que me deixa dormir ao relento.
    - Ah! Senhor. E se eles não me derem mais comida e água? E se me abandonarem? Eu não tenho profissão, não conheço minha família, não tenho INSS, não suportarei viver na rua, pois, tenho medo da carrocinha.
    Certamente que não! Ela está sempre feliz, não vive ansiosa, desesperada, pensando nos problemas. Ela confia no seu dono, por isso vive tranqüila e confiante. Ela sabe que vocês sempre vão cuidar bem dela. Porque não confiar no meu cuidado por você como a Lilica confia no seu cuidado por ela?"
    Então comecei a lembrar das palavras do Senhor que diz: "nunca te deixarei, jamais te abandonarei; não andeis ansiosos; alegrai-vos sempre no Senhor; agrada-te do Senhor e ele satisfará os desejos do teu coração; confia nele e tudo o mais ele fará".
    E passei a refletir: Deus cuida dos pássaros. Nenhum perece sem o seu consentimento. E nós, seus filhos, valemos muito do que os pássaros. A vida é mais que o alimento e o corpo mais do que as vestes. Com esta ansiedade não posso acrescentar um dia à minha vida ou um centímetro à minha estatura. Se eu sendo mau, sei dar coisas boas aos meus filhos (e cachorro), muito mais devo esperar daquele que é perfeitamente bom, nunca falha e nunca cochila.
    Então conclui: Lilica é mais crente do que eu. Preciso repensar esta minha confiança em Deus.
    Com este aprendizado, fiz um carinho nela e fui dormir feliz. A partir daquela noite passei a vê-la com outros olhos. Descobrir como é bom ter em casa um cachorro crente (mesmo que não seja um "pastor" alemão), que vive nos relembrando a palavra do Senhor através das suas ações.
    *****
    ::Jair Souza Leal. É autor dos livros "4 Homens e um Segredo", "Milagres - como alcançá-los" e "Aprenda orar com Jesus". Faz parte da liderança da Igreja Batista Memorial no Bairro Industrial em Contagem/MG. Contatos:
    jairsouzaleal@hotmail.com ::

    sexta-feira, maio 16, 2008

    TRATE OS OUTROS

    Como você gostaria de ser tratado.


    Se você quer respeito, trate o próximo com respeito;
    Se quer carinho, dê carinho;
    Se quer companheirismo, seja companheiro;
    Se quer amor, dê amor.
    Se sorrir para as pessoas, com certeza receberá um sorriso de volta.
    Se você procura nas pessoas o que não é capaz de dar, jamais encontrará o que procura.
    É preciso tratar as pessoas como deseja ser tratado, só assim será possível receber o que procuramos.

    Lembre-se de que nossos sentimentos e ações são como andorinhas de verão: vão e voltam.

    Antes de amar os outros, ame a sim mesma.


    ::Desconheço o autor::

    segunda-feira, outubro 08, 2007

    Ser criança

    (Jair Souza Leal*)

    Queria voltar a ser criança, do tempo em que...
    Atentado, era um menino travesso.
    Droga, era o remédio comprado na farmácia.
    Craque, era um excelente jogador de futebol.
    Sexo, era masculino, ou feminino.
    Stress, era coisa de americano.
    Depressão, eu só via na panela.
    Tráfico, fora abolido pela lei Áurea.
    Separação, só de bate boca e brigas na rua.
    Matar, só de saudade ou de raiva.
    Bomba, era o que acontecia com quem perdia o ano letivo.
    Arma, era equipamento da polícia e do exército.
    Assaltos, só nos tamancos das mulheres.
    Violência, só nos filmes de cowboy.
    Desemprego, era o número de empregos disponível no mercado.
    Concorrência, havia entre garotos, disputando o amor da mesma menina.
    Corrupção, era o vulcão em atividade.
    Ser honesto, ainda estava na moda.
    Mendigo, era o vagabundo, não o trabalhador.
    Salário, era sinônimo de sustento, não de pobreza, miséria ou fome.
    Miserável, era um sujeito muito pão duro e não a população do nosso país.
    Índio, era dono de terras e não marionete da FUNAI.
    “Imposto”, meu pai abastecia o carro.
    Havia diferença entre partidos da direita e esquerda, polícia e ladrão.

    Será que os tempos mudaram, ou fui eu quem mudei?
    Quem sabe tudo isso já existia, mas como eu era inocente não percebia.
    Quem sabe nada mudou, a não ser no meu interior...
    Será o mundo, ou só o meu “mundo” que precisa melhorar?
    Pensei que me tornando adulto teria todas as respostas.
    Hoje, as coisas estão mais complexas do que quando eu era criança.

    Pelo sim, pelo não; não posso viver saudosista.
    Preso a um tempo que não volta mais.
    O futuro se descortina, seu vislumbre me atrai.
    Sei que um dia vou embora desta terra. O mundo permanece e vai.
    As lembranças vão se apagar.
    Quem sabe o que aprendi possa me modificar?

    Os meus pais construíram o passado do qual estou a relembrar.
    O presente eu construí, estou começando a me decepcionar.
    Porém reconheço: nunca é tarde para recomeçar.
    Reconstruir um novo mundo onde os meus filhos possam habitar em paz.
    E, no futuro se orgulhem do passado que herdaram e precisam preservar.
    Corroboremos a prudência do sábio pensar:
    "Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo,
    qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim".
    Sendo assim, vale a pena ser criança.
    *****

    Jair Souza Leal é escritor e palestrante.
    Contatos:
    jairsouzaleal@hotmail.com
    Se você gostou deste texto, pode divulgá-lo!

    Jair Souza Leal
    (31) 3235-5268
    (31) 9964-4026
    "Um milagre pode emergir de uma grande crise"

    quinta-feira, setembro 27, 2007

    "Acaso Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele dia e noite? Continuará fazendo-os esperar?" Lucas 18.7

    Em determinada ocasião, Jesus contou aos seus discípulos uma parábola, para mostrar-lhes que eles deviam orar sempre e nunca desanimar (Lc 18.1). Como intercessores (todos que oram em favor de alguém são intercessores), não devemos desanimar quando as respostas às orações parecem não vir. Nem devemos achar que nossa oração não é mais necessária.

    ::Missão Portas Abertas
    Daila Fanny::

    segunda-feira, agosto 20, 2007

    RECALL GERAL

    O fabricante de todos os seres humanos, está convocando as peças fabricadas, independente da marca ou ano, devido a um grave defeito no componente principal e central do coração, ocorrido nas unidades originais chamadas Adão e Eva, resultando na reprodução dos mesmos em todas as unidades subseqüentes.
    Este defeito foi tecnicamente denominado, "Amoralidade Subseqüente Interna" ou como é mais conhecido por PECADO (Peça Enfraquecida Com Anomalias Detectadas no Original), cujo sintoma principal é a perda de julgamento moral.


    Outros sintomas:
    a. Perda de direção

    b. Emissões vocais sórdidas
    c. Amnésia da origem
    d. Falta de paz e alegria
    e. Comportamento egoísta ou violento
    f. Depressão ou confusão no componente mental
    g. Medo
    h. Idolatria

    O fabricante, que não é responsável ou culpado por este defeito, fornece conserto e serviço, gratuito, para corrigir o problema PECADO.
    O número do telefone da oficina mecânica em sua área é: ORAÇÃO.
    Quando estiver conectado, por favor "upload" seu fardo de PECADO pressionando ARREPENDIMENTO. Depois, download JESUS no coração. Não importa o tamanho do defeito PECADO: grande ou pequeno, DEUS o substituirá por:
    a. Amor

    b. Alegria
    c. Paz
    d. Minimização do sofrimento
    e. Delicadeza
    f. Bondade
    g. Fé
    h. Humildade
    i. Temperança

    Por favor, veja o manual de instruções, a Bíblia Sagrada, para maiores detalhes.
    Aviso: Continuar a operar a unidade humana sem correção, anula a garantia do fabricante, expondo o proprietário a perigos e problemas numerosos demais para uma listagem e a unidade humana será permanentemente recolhida do mercado.
    PERIGO!!!!
    As unidades humanas que não atenderem a esta convocação terão que ser jogadas na fornalha. O defeito PECADO não poderá entrar no céu porque, caso contrário, o céu fiicará contaminado!!
    "Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para que não possa ouvir; mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados esconderam o seu rosto de vós, de modo que não vos ouça." (Isaías 59:1-2)


    Amavelmente,
    Seu Criador


    ::Desconheço o autor::

    quarta-feira, agosto 15, 2007

    Deus está contigo, em todos os momentos, você tem dúvidas ?

    Deus está contigo, em todos os momentos, você tem dúvidas ?

    Isaías 41
    10 Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.
    13 Porque eu, o SENHOR teu Deus, te tomo pela tua mão direita; e te digo: Não temas, eu te ajudo.
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    Salmos 121
    1 LEVANTAREI os meus olhos para os montes, de onde vem o meu socorro.
    2 O meu socorro vem do SENHOR que fez o céu e a terra.
    5 O SENHOR é quem te guarda; o SENHOR é a tua sombra à tua direita.
    7 O SENHOR te guardará de todo o mal; guardará a tua alma.
    8 O SENHOR guardará a tua entrada e a tua saída, desde agora e para sempre.
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    Salmo 9:10 Em ti confiarão os que conhecem o teu nome; porque tu, SENHOR, nunca desamparaste os que te buscam.
    Isaías 26:3 Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti.
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    Salmo 46
    1 DEUS é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.
    2 Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares.
    3 Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza.
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    I Pedro 3
    12 Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos, E os seus ouvidos atentos às suas orações; Mas o rosto do Senhor é contra os que fazem o mal.
    13 E qual é aquele que vos fará mal, se fordes zelosos do bem?
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    João 14:27 Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.
    João 16:33 Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.
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    II Coríntios 4
    8 Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados.
    9 Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;
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    Romanos 8:18
    Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada.
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    Romanos 8
    35 Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?
    37 Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.
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    Salmo 73
    25 Quem tenho eu no céu senão a ti? e na terra não há quem eu deseje além de ti.
    26 A minha carne e o meu coração desfalecem; mas Deus é a fortaleza do meu coração, e a minha porção/herança para sempre.

    Relacionei acima apenas uma pequena parte dos textos bíblicos que caracterizam promessas de Deus para aqueles que confiam no seu nome, porque Ele nunca nos desampara. Aflições, dificuldades, preocupações, problemas, provações, lutas, fazem parte do nosso viver, Ele mesmo nos alerta disso. Todos passamos por dificuldades e preocupações, muitas vezes não vemos solução, perdemos a cabeça, tendemos ao desespero e nos sentimos impotentes diante dos problemas que aparecem. Nesta hora, a solução é descansar no Senhor, Ele quer participar da sua vida, quer que contemos a Ele todas as nossas aflições e que procuremos agir dentro de um discernimento vindo do Espírito de Deus, confiante de que a resposta e a solução virão dele. Ele é o nosso Pai e como autêntico Pai de amor, ele cuida dos filhos, acompanha e se interessa em amor por cada um de nós. Ele não está ausente, mas se apresenta como consolo, abrigo, força e refúgio. Você ainda se sente sozinho? Experimente provar um pouco de Deus (Salmo 34.7-8), refugie-se nele. Ele TE CHAMA, "FILHO MEU DA-ME O TEU CORAÇÃO", ELE CHAMA POR TI e te dará a Sua Maravilhosa Paz e o refrigério que tanto necessitamos.

    ::Joel Guedes::

    Estudo sobre a vida de Davi 1

    I Samuel 16.1-13

    Esse texto nos apresenta o início da história de Davi. O contexto da história nos revela que Saul, até então o rei de Israel, havia sido rejeitado por Deus. A sua rejeição não se deu porque ele era uma pessoa incapaz, ímpia ou perversa, nem tampouco porque ele era simplesmente um pecador. Ele foi rejeitado porque tinha um coração soberbo. Saul jamais se reconhecia errado e não se dobrava diante das evidências do seu próprio erro. Antes, ele sempre buscava se justificar. Samuel, o profeta, durante muito tempo, chorou e pranteou por causa da rejeição de Saul. Era como que se Samuel esperasse uma reconsideração de Deus, para que Ele reconduzisse Saul ao trono. Contudo, diante do choro de Samuel, Deus disse: “Basta!”, e perguntou: “Até quando terás pena de Saul, havendo-o eu rejeitado, para que não reine sobre Israel?” (I Sm 16.1)Deus tinha outros planos para o seu povo, outro pastor para colocar à f! rente do seu rebanho. Por isso, Ele enviou Samuel à cidade de Belém e à família de Jessé. Ao chegar a Belém, Samuel convocou todo o povo para o culto ao Senhor. Ele havia recebido a direção de não apenas ungir o novo rei, mas também de celebrar um culto a Deus juntamente com os moradores de Belém. Quando todos chegaram para participar daquele momento, incluindo Jessé e seus filhos, Samuel imaginou estar diante do novo rei quando viu o primogênito de Jessé.Eliabe era um homem alto e forte, e era um soldado dos exércitos de Israel. Contudo, Samuel foi enganado pelos seus próprios sentidos. Deus não havia escolhido aquele homem nem os outros 6 que o seguiram. Samuel ficou intrigado: se estavam ali todos os filhos de Jessé, e Deus lhe havia afirmado que um dos filhos de Jessé seria ungido rei, o que estava acontecendo? Então, “Samuel perguntou a Jessé: Acabaram-se os teus filhos?” (I Sm 16.11) Apesar de ter Samuel convocado todos os habitantes de Belém, de fato Jessé poss! uía um outro filho que não estava presente: Davi. Ele estava apascentando as ovelhas quando se deu a convocação, e ninguém havia se lembrado de chamá-lo. Mas aquele que tinha sido esquecido por todos não foi esquecido por Deus; ele era o futuro rei de Israel. Ao ver Davi, que era “(...) ruivo, de belos olhos e boa aparência. Disse o Senhor: Levanta-te e unge-o, pois este é ele. Tomou Samuel o chifre do azeite e o ungiu no meio de seus irmãos; e, daquele dia em diante, o Espírito do Senhor se apossou de Davi. Então, Samuel se levantou e foi para Rama.” (I Sm 16.12,13). Esse texto nos mostra que os critérios de Deus são totalmente diferentes dos critérios dos homens. A escolha de Deus não é feita de acordo com os critérios das pessoas. Desde a mais tenra idade, o primogênito do rei era preparado para ocupar o lugar do pai, quando esse viesse a morrer. Ele era educado pelos homens mais sábios, recebia aulas de espada, aprendia a usar o arco e a flecha, tinh! a aulas de montaria, acompanhava o pai nas visitas administrativas, visitava diplomaticamente as cidades, era comandante do exército, aprendia algumas noções de administração e era ensinado a viver na corte. De acordo com esse critério, o próximo rei de Israel deveria ser Jônatas, o primogênito de Saul. O próprio Saul testificou esse entendimento em I Samuel 20.31: “Pois, enquanto o filho de Jessé viver sobre a terra, nem tu estarás seguro, nem seguro o teu reino; pelo que mandas buscá-lo agora, porque deve morrer.” Aos olhos das pessoas, Jônatas se encaixava em todos os critérios estabelecidos.Entretanto, Deus não age segundo os pensamentos das pessoas. Para Deus, não importa se as pessoas estabeleceram que o líder deve ser descendente do último, ter um curso superior, ser inteligente, bonito, rico, bem sucedido nos negócios ou conhecido da população. Está registrado em Isaías 55.8,9: “Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminh! os, os meus caminhos, diz o Senhor, porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos.”A escolha de Deus não é feita de acordo com a aparência da pessoa. Em I Samuel 16.6,7, nós lemos: “Sucedeu que, entrando eles, viu a Eliabe e disse consigo: Certamente, está perante o Senhor o seu ungido. Porém o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém, o Senhor, o coração.” A aparência sempre foi algo extremamente importante para as pessoas. Quando Saul foi escolhido como rei de Israel, a sua aparência chamou a atenção de todos. O texto de I Samuel 10.23,24 registra esse fato. O próprio Samuel, mesmo profeta do Senhor, se inclinou a tomar algumas decisões segundo a aparência, ao colocar os seus olhos em Eliabe! . Sendo assim, como Deus escolhe os seus líderes? A escolha de Deus é feita de acordo com seus próprios critérios. Talvez esse seja o ponto mais difícil para nós, porque não sabemos definir com clareza quais são esses critérios. Eles são totalmente imprevisíveis. Segundo o entendimento das pessoas daquela época, o possível líder de Israel deveria ser Jônatas, porque ele era o filho do rei. Em segundo lugar, o primogênito tinha sempre a primazia por ser a pessoa mais importante em uma casa, depois do pai. Era ele quem herdava a posição de chefe quando o pai falecia. Por fim, pensando nas circunstâncias pelas quais Israel estava passando - lutas, guerras, conquistas de territórios – o mais natural seria imaginar que a escolha de Deus iria recair sobre um soldado, alguém que tivesse conhecimento de guerra, para comandar os exércitos de Israel. Mas Deus frustrou os pensamentos e critérios dos homens escolhendo Davi, o caçula, pastor de ovelhas.Quando Jesus veio ch! amar Natanael para ser discípulo esse, ao saber que Jesus vinha de Nazaré, perguntou: “De Nazaré pode sair alguma coisa boa?” (Jo 1.46) Aos olhos dos homens, Jesus jamais poderia ser o Ungido de Deus. Contudo, Deus, o Pai, já o havia chamado desde a eternidade para ser o Salvador dos homens. Paulo disse, em I Coríntios 1.26-29: “Irmãos, reparai, pois, na vossa vocação; visto que não foram chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento; pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes; e Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são; a fim de que ninguém se vanglorie na presença de Deus.”A escolha de Deus é feita de acordo com o coração da pessoa. Em I Samuel 16.7, lemos: “(...) O homem vê o exterior, porém, o Senhor, o coração.” Ainda! que aos nossos olhos os critérios de Deus sejam imprevisíveis e insondáveis, a Bíblia nos ensina que Deus, preferencialmente, escolhe aqueles que têm um coração que agrade a Ele. A palavra coração, nesse texto e em toda a Bíblia, faz referência à totalidade da vida interior do ser humano. Sem dúvida, há várias coisas que conseguem influenciar uma pessoa a agir de uma determinada maneira. É exatamente isso que Deus enxerga. Ananias e Safira, por exemplo, tiveram uma boa atitude ao dar uma oferta para a igreja; contudo, a motivação do coração deles era errada, e por isso, Deus os rejeitou. Tiago, falando sobre a boa atitude da oração, escreve que a motivação errada impede uma pessoa de receber o seu pedido de oração: “Pedis e não recebeis porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres.” (Tg 4.3) Tendo a pessoa o genuíno desejo de glorificar a Deus, de entregar-se a Ele, de ser-lhe fiel e de prestar-lhe obediência, então Deus a olha com preferencial disposição de fazê-la líder.
    ::Desconheço o autor e fonte::

    Olhe para oAlto, Deus é Contigo

    "Elevo os meus olhos para os montes; de onde me vem o socorro?" (Salmos 121:1)
    Há algum tempo atrás, um jovem marinheiro estava fazendo sua primeira viagem para o alto mar. Cruzando o Atlântico, o navio enfrentou uma pesada tempestade. O marinheiro recebeu ordens para subir e verificar as condições das velas. Enquanto estava subindo, cometeu um erro e olhou para baixo. O movimento do navio combinado com o das ondas deixou-o bastante assustado e ele começou aperder o equilíbrio. Um outro marinheiro, mais velho e experiente, vendo asituação gritou para o jovem: "Olhe para cima, filho! Olhe paracima!" Voltando seu olhar para o alto, o jovem recuperou seu equilíbrio.
    É preciso que nós, cristãos, deixemos de andar de cabeça baixa, humilhados esem esperança. Devemos olhar para o alto, em direção ao céu, fonte de nossa salvação. Há vitória em Jesus. Somos vencedores e nossas atitudes devem testificar disso. Como seres humanos que somos, é comum cometermos erros em nossa caminhada diária. E, quando isso acontece, de que maneira reagimos? Frustramo-nos e nos deixamos abater, trancando-nos como se a nossa consciência já nos houvesse condenado ou tratamos de consertá-los, confiando que na próxima acertaremos?Quando nos deixamos dominar pelo fracasso e, cabisbaixos, renunciamos ao direito de novas tentativas, rejeitamos a mão estendida do Senhor e desconsideramos o estímulo que nos deixou ao dizer: "Esforça-te e tem bomânimo... o Senhor teu Deus é contigo." bom ânimo" Nas horas dedificuldades e aflições, a melhor decisão a tomar é olhar para o alto, buscardireção e sabedoria dos céus e confiar que Deus tem a solução para tudo. Se você acha que não há saída para suas lutas, olhe para cima - é por ali quevocê alcançará a sua bênção.
    ::Miquéias Campos::

    A RAPOSA E O LENHADOR

    Existia um Lenhador viúvo que acordava às 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite. Ele tinha um filho lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança. Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho. Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada. Os vizinhos do Lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem, e portando, não era confiável. Quando ela sentisse fome comeria a criança. O Lenhador sempre retrucando com os vizinhos falava que isso era uma grande bobagem. A raposa era sua amiga e jamais faria isso. Os vizinhos insistiam: - "Lenhador abra os olhos! A Raposa vai comer seu filho." - "Quando sentir fome, comerá seu filho! Um dia o Lenhador muito exausto do trabalho e muito cansadodesses comentários ao chegar em casa viu a raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensangüentada ... O lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa ... Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranqüilamente e ao lado do berço uma cobra morta ... O Lenhador com muito remorso enterrou o machado e a raposa juntos. Por isso, se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito, siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar... E principalmente não tome decisões precipitadas...
    ::Desconheço o Autor::

    Aprendendo com a adversidade

    Sentimo-nos desafiados frente à morte, especialmente quando esta atinge alguém que, de alguma forma está ligada a nós, ou nos é querida.Embora seja algo esperado por todos, algo que todos temos ciência de que, mais dia, menos dia, vá acontecer, quando o dia chega é doloroso. Por mais que nos sintamos preparados, quando acontece, é difícil, muito difícil agüentar. Sentimo-nos impotentes, pequenos. Percebemos que não temos controle absoluto sobre todas as coisas. Sentimos que há algo que vai além das nossas possibilidades humanas. E, apesar de todo o avanço e arrogância da ciência em querer explicar e resolver tudo, este momento, sem palavras, mostra toda a nossa pequenez.O que fazer nesta hora? Como encará-la? Como não sentir tanta dor?Sabemos o que se sente pela ausência e perda de alguém que nos é caro.Mas, se não podemos mudar o fato, podemos ao menos encará-lo de uma forma diferente: aproveitando para repensar e refletir a nossa própria caminhada - nós os que ficamos - se tem valido a pena, se tem contribuído para alguém, ou para alguma coisa.Constantemente ouvimos, ou pronunciamos, a expressão: "Para morrer, basta estar vivo". Mas, viver, é um mero existir? Apenas o respirar? Será somente uma caminhada para o fim que é comum a todos nós? Se para morrer basta estar vivo, para viver, não basta ter nascido, é preciso algo mais. Momentos como este deve nos levar a pensar em algumas coisas que talvez nos console, ou, ao menos alivie um pouco a dor que arde no peito:a) O nascimento e a morte são uma das únicas coisas que torna igual todos os seres humanos. Independe de posição social, política, econômica, religiosa. Aqui não há distinção de sexo, cor, idade, nacionalidade. As coisas que nos distanciam uns dos outros surgem enquanto em vida, no intervalo. b) É neste instante que percebemos o valor das pessoas. Quantas vezes valorizamos as pessoas quando não as temos mais?c) Todos são importantes para alguém. Por mais vil, desprezado ou desconhecido você seja, sempre haverá alguém para te lamentar. Você pode não ser importante nem reconhecido por todo mundo, mas haverá sempre alguém para quem você é muito importante.d) Nosso choro deve ser pela ausência e perda, não pelo arrependimento de ter feito, ou ter deixado de fazer algo que agora não dá mais para reparar.e) Este momento nos torna mais "religiosos". Nos leva a pensar: "ele foi para um bom lugar". Será que na sua hora, da forma como você tem administrado a sua vida, você irá se encontrar com ele no mesmo "bom lugar?”. f) Você que despreza e não valoriza os outros, vê que o seu princípio e o seu fim é o mesmo que o de qualquer pessoa? Que o que torna diferente as pessoas é a maneira como vivem no intervalo, entre esses dois momentos que chamamos de vida? É nele que deixamos a nossa marca, a nossa lembrança, a nossa contribuição: sejam elas boas, ou más.Não é este um momento de solidariedade? Onde os nobres sentimentos, por vezes enferrujados, afloram? Não é este o momento de querer ser diferente? De querer viver de tal forma que a morte seja apenas a consumação de todas as boas coisas que oferecemos ao mundo?Então, não queira passar pela vida sem deixar a sua contribuição.Queira que as pessoas, de você, tenham boas lembranças. "Sirva para viver, vivendo para servir".

    ::Jair Souza Leal
    autor do livro "4 Homens e Um Segredo"::

    A mensagem do arroz sobre a bênção de Deus

    Acabara de ler uma mensagem onde o escritor abordava a respeito da benção de Deus na vida daquele que é fiel. Na mensagem, ele fazia a seguinte afirmação: "Nove reais com a bênção de Deus, vale mais do que dez sem a bênção dEle". Matematicamente falando, isto seria impossível, porém, no campo da fé, plenamente compreensível. Mas seria a fé oposta à ciência? Seria a fé irracional? Foi pensando nestas coisas, tentando entendê-las e conciliá-las na mente, que fui chamado por minha esposa para auxiliá-la na cozinha. Precisávamos preparar o almoço.Enquanto a ajudava, passei a lhe observar discretamente preparando o almoço. Notei quando pegou uma pequena xícara como medida. Introduziu-a em uma vasilha maior, cheia de arroz, enchendo a pequena xícara a borda. A seguir, despejou o conteúdo da xícara em uma peneira. Lavou o arroz, tirou o excesso de água e despejou em uma panela. A panela já tinha sido previamente colocada ao fogo. Estava quente, e com um tempero especial ao fundo. Após uma breve torrada nos grãos, ela colocou água quente e tampou a panela. Em alguns instantes o arroz estava pronto. Nesta hora, algo me chamou a atenção. Aqueles grãos amarelados, que no início do processo cobriam apenas o fundo da panela, "milagrosamente" enchia agora toda ela, além de ter ficado branquinho e com um aroma maravilhoso.Assentei-me com ela e as crianças à mesa, e, enquanto degustava uma parte daquele apetitoso manjar, acompanhado de algumas outras guarnições e guloseimas, pensei. Como podia aquela pequena quantidade de arroz ter se transformado em uma grande porção? O milagre era tão visível que, se nesse momento, eu ou a minha esposa, tirássemos o arroz cozido da panela, e experimentássemos colocá-lo de volta na xícara de onde saíra, ela não seria suficiente. Precisaríamos de algumas outras xícaras como aquela.Estupendo, não? Neste momento, entendi de modo claro, por meio deste simples processo de cozer, como funciona a bênção de Deus. Era exatamente a mesma quantidade, porém, a porção de arroz, cru, não se comparava à porção de arroz cozido. Este foi um dos melhores sermões sobre prosperidade que já tive acesso. Uma verdadeira pregação sem palavras sobre como funciona a bênção de Deus. Havia acabado de presenciar uma bela ilustração para a mensagem que acabara de ler. Tão simples, e sem entrar em choque com a matemática, ou com a ciência. Agora sim, sei que faz diferença a bênção de Deus. Portanto, é possível afirmar, que o mesmo dinheiro com a bênção de Deus rende muito mais que sem a bênção dEle. Faça um teste, e verifique por conta própria o resultado das afirmações que fiz.
    ::Jair Souza Leal
    Autor do livro "4 Homens e Um Segredo::

    Parábola do dente estragado

    Como na música de Chico Buarque, o meu pai era gaúcho, minha esposa e filhos mineiros, eu sou paulista, minha mãe e irmãs pernambucanas, de Caruaru. Nessa cidade, há uma famosa feira. Lembro-me de quando, ainda criança, morando no interior da Bahia, vi meu pai chegar de lá trazendo uma lembrança para a minha mãe. Era uma pequena peça de artesanato em argila. A peça tinha a seguinte cena. Um paciente assentado em uma cadeira de dentista. O dentista com um pé no chão e o outro no peito do paciente. Segurava com as duas mãos um alicate preso no dente do paciente, e puxava. Era muito engraçado observar a cena do dentista tentando arrancar aquele dente. Há alguns anos atrás, no Brasil, a odontologia não era muito evoluída. Os dentistas eram "práticos". Acho que só arrancavam dentes, faziam dentaduras para os banguelas cujos dentes arrancaram e, os melhores, usavam um motorzinho para retirar cáries. Tapavam o buraco feito colando uma massinha. Essa, costumava sair na primeira bala chita que o paciente mastigasse. Em minha igreja havia um destes dentistas. Um belo dia, sentindo uma dor de dente horrível, eu precisei visitá-lo. Sem titubear ele dá o diagnóstico: arrancar ou, obturar. Nesse momento eu me lembrei da dentadura de meu pai, no copo de massa de tomate com água, ao lado da cama, sorridente como o Curinga (aquele inimigo do Batman). Não pretendia usar uma daquelas tão cedo. Se arrancasse o primeiro dente seria só uma questão de tempo até ter perdido todos. Pensar na possibilidade era terrível. Imagine, por exemplo, namorar nessa condição? Assim, mesmo com medo do infernal zunido daquele motorzinho, obturei o dente. Pouco tempo depois à obturação caiu. Não tendo condição para colocar outra, fui curtindo a panelinha no dente. A odontologia evoluiu (pena que os odontólogos herdaram o malfadado nome dos seus antecessores). Eles se tornaram verdadeiros médicos bucais. Neste novo estágio, extrair dente para eles, seria como perder o paciente em uma cirurgia do coração para os cardiologistas. Neste interregno, do meu dente restara somente uns caquinhos pretos que exalava um cheiro horrível. Só podia sorrir com a metade da boca e conversar de forma gutural para não passar vergonha. Fui visitar o odontólogo. Antes do diagnóstico, foi-me solicitado um raio-x. A situação não era boa: teria de fazer um canal. Após algumas sessões, nas quais o habilidoso doutor fez um verdadeiro malabarismo em minha boca, o dente foi reconstituído. Obra digna de um artífice. Agora sim, o dente havia sido tratado desde a raiz. Ficou novinho em folha. O doutor fez a parte que lhe competia, eu precisava fazer a minha: manter o dente limpo e bem escovado. Não pretendia repetir a dose. Ocorre que neste mesmo período, fiquei às voltas com a seguinte questão bíblica. Se Jesus morreu em meu lugar, levou sobre si todas as minhas transgressões. Se, pela fé, eu fui justificado por Deus, porque preciso confessar diariamente meus pecados em busca de perdão? "Justificação é uma declaração de Deus de que Ele cuidou plenamente de nossos pecados, na pessoa do Senhor Jesus Cristo. Incluindo os pecados que já cometemos e os que ainda vamos cometer, tendo-nos imputado à retidão do Senhor Jesus Cristo. Considerando-nos e declarando-nos justos, porque estamos em Cristo." A história do dente ajudou-me a entender a diferença entre a justificação dos pecados (o ato que ocorre uma vez por todas), e o perdão diário (o processo contínuo). O dente estragado representa o pecador. Como um "odontólogo", Deus limpa e trata dos nossos pecados. Nos faz novas criaturas, regenera, restaura e justifica de todos os pecados. Este é um ato único, inteiramente pela graça e independe de quaisquer méritos. Tem como base de justiça o sacrifício vicário de Jesus. A única condição para a justificação é a fé (Romanos 5:1). Metaforicamente falando, que o paciente reconheça a sua condição e vá procurar o "odontólogo" para se tratar. O dente restaurado representa o homem salvo. Precisa ser escovado diariamente para manter saudável. Ainda que sua estrutura interna esteja intacta e perfeita, externamente irá se sujar. A restauração só pode ser feita pelo "odontólogo". A manutenção, deve ser feita pelo dono do dente, que não vai precisar de uma nova cirurgia cada vez que seu dente se sujar - basta escovar. Este evento contém: uma cirurgia; várias escovações. Assim é com quem foi regenerado por Deus. Teve todos os pecados tratados na justificação (o ato), mas precisa manter a sua saúde espiritual, limpar a sujeira que se apega a ele enquanto caminha nesse mundo (o processo). Uma vez justificados, o perdão para as nossas falhas e fracassos diários será para manter um relacionamento de comunhão com Deus. Como expressou Chafer: "Quando ele foi salvo, foi perdoado porque creu, e, sendo salvo, será perdoado porque confessou". Perdoem-me os dentistas e artesãos pela comparação que farei. O "dentista" representado na peça de argila é o diabo. Tudo o que ele sabe fazer é arrancar e destruir. Jesus Cristo é o "odontólogo". Para ele, mesmo a mais trágica situação dispensa esta alternativa. Ele "é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham" procurá-lo na clínica (2 Pedro 3:9b). Porque o trabalho do "odontólogo" Filho do homem é salvar o "dente" que tinha sido considerado perdido. (Mateus 18:11) Amigo, você já foi visitar a clínica do doutor Jesus?
    ::Jair Souza Leal
    Autor do livro "4 Homens e Um Segredo"::